O PSD consolidou-se como a legenda que mais avançou no Ceará durante a janela partidária, ampliando sua presença na Câmara dos Deputados e fortalecendo sua estrutura política no estado.
Sob a articulação do ex-vice-governador Domingos Filho, o partido saiu de três para cinco deputados federais, tornando-se uma das principais forças da base governista. Permanecem na sigla os deputados Célio Studart, Luís Gastão e Domingos Neto, enquanto reforçam a bancada as chegadas de Fernanda Pessoa e do deputado Tiririca, que transferiu seu domicílio eleitoral para o Ceará.
Na Assembleia Legislativa, o PSD também passou por ajustes. Deixaram a legenda os deputados Lucílvio Girão e Fernando Hugo. Em contrapartida, ingressaram Firmo Camurça e Luana Ribeiro. Nos bastidores, a avaliação é de que as novas filiações compensam, e até superam, as saídas em termos de densidade eleitoral e capacidade de mobilização.
O movimento de crescimento também se reflete na estratégia para as eleições de outubro. O partido já trabalha com chapas robustas, projetando 23 pré-candidatos à Câmara dos Deputados e 47 nomes para a disputa por vagas na Assembleia Legislativa, o que evidencia a intenção de ampliar ainda mais sua representatividade no Ceará.
Dentro da base aliada ao governador Elmano de Freitas, o PSD desponta como a legenda que mais cresceu no período, superando partidos tradicionais como PT, PSB, MDB, PDT e PP.
Com uma base ampliada, articulação consolidada e nomes competitivos, o PSD se posiciona como protagonista no tabuleiro político, mirando não apenas a manutenção, mas a expansão de seu espaço para o pleito de 2026.









