Sindicato dos Médicos cobra explicações sobre desfalques na escala de neonatologia do Gonzaga Mota de Messejana
Sindicato dos Médicos cobra explicações sobre desfalques na escala de neonatologia do Gonzaga Mota de Messejana
previous arrow
next arrow
Banner
Notícias

Produção da indústria cai em 6 de 14 locais em fevereiro, diz IBGE

A produção industrial brasileira caiu em 6 de 14 locais em fevereiro, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta terça-feira (7).

As maiores baixas partiram do Rio de Janeiro (-7,1%), com a queda mais intensa desde janeiro de 2012, e da Bahia (-6,4%), que recuou pelo terceiro mês seguido. Também mostraram resultado negativo Pernambuco (-2,3%), Minas Gerais (-1,9%), região Nordeste – que inclui os outros estados da região –  (-0,7%) e Espírito Santo (-0,4%).

Na outra ponta, apresentaram alta as produções do Pará (3,4%), de Goiás (3,2%), do Paraná (2,4%), do Amazonas (2,2%), do Rio Grande do Sul (1,6%), do Ceará (1,1%), de São Paulo (0,3%) e de Santa Catarina (0,2%).

Considerando todas as regiões, a produção da indústria brasileira recuou 0,9% em fevereiro na comparação com o mês anterior, de acordo com anunciados na semana passada. Em janeiro, a atividade fabril avançou 0,3%, dado revisado, depois de interromper duas altas seguidas.

Na comparação com fevereiro do ano passado, a indústria caiu 9,1%, a 12ª baixa negativa seguida e a mais forte desde julho de 2009 (-10%). A retração foi influenciada pela queda de cerca de 30% na produção de veículos.

Comparação com 2014
Frente a fevereiro de 2014, a indústria recuou 9,1%, com 12 dos 15 locais pesquisados acompanhando o movimento de queda na produção. Nessa base de comparação, o IBGE considera o Mato Grosso, incluído na pesquisa há poucos meses.

Os destaques ficaram com Bahia (-23,2%) e Amazonas (-18,9%). Na sequência, aparecem Paraná (-15,0%), Rio Grande do Sul (-13,7%), Rio de Janeiro (-11,8%), Região Nordeste (-11,1%), Minas Gerais (-10,6%), Santa Catarina e Ceará (ambos -9,5%).

Por outro lado, Espírito Santo (25,6%) registrou o avanço mais intenso, impulsionado, em grande parte, pelo comportamento positivo vindo dos setores extrativos (minérios de ferro pelotizados e óleos brutos de petróleo) e de metalurgia (bobinas a quente de aços ao carbono, lingotes, blocos, tarugos ou placas de aços ao carbono e tubos flexíveis e trefilados de ferro e aço).

Deixe um comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado.

você pode gostar

Banner rodapé CALCAIA Banner rodapé Granja Banner do Projeto Santa Quitéria