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Governo adia eleição e busca burlar o regimento do consórcio de saúde da microrregião de Tauá

Sem muita conversa e, ainda assim, os prefeitos de Aiuaba, Arneiroz, Parambu e Tauá, marcaram presença para a votação que escolheria o novo presidente do Consórcio de Saúde da Microrregião de Tauá, que estava prevista para acontecer na manhã desta terça-feira (24), na sede do governo do estado.

Depois de aguardar o início da votação, os prefeitos foram pegos de surpresa, quando o representante do governo do estado adiou a votação, estipulando novo prazo para que daqui há 15 dias ocorra a votação que compõem o consórcio de saúde e escolham seu novo presidente.

Têm direito a voto por integrar o consórcio os municípios de Aiuaba, Arneiroz, Parambu e Tauá. Dois prefeitos se colocaram como candidatos à presidência: Raimundo Filho, de Parambu e Carlos Windson, de Tauá. Parambu leva vantagem por contar com o apoio de Aiuaba e Arneiroz. Segundo informações, que consta no regimento, o município de Tauá não poderia concorrer, pois já presidiu o consórcio por 2 eleições, o impedido de uma 3ª nova gestão à frente do consórcio, como consta no regimento.

Na verdade, tanto abertamente como em nível de bastidores, desde à primeira hora a disputa pelo consórcio foi uma disputa que envolveu diretamente o deputado Audic Mota, que hoje se faz da base do governo Camilo, e tem como apadrinhado, o prefeito Carlos Windson, do município de Tauá. O governo interviu para que se faça uma maneira de burlar o regimento e consiga eleger o município de Tauá como presidente do consórcio. Com eleição direta, Tauá contaria com seus 2 votos, pelo peso que avalia de acordo a sua população, mesmo assim não conseguiria se eleger, já que o município de Parambu conta com 3 votos, apoiado por Aiuaba e Arneiroz. O estado tem direito a voto, mas só no caso de desempate.

Diante do impasse, os prefeitos das respectivas cidades devem aguardar pela eleição que deve ser feita em 15 dias, ou seja, até onde o governo do estado com intermédio dos Ferreira Gomes coloquem sua forma ditadora de se fazer política, manipulando via instituições públicas, brincando com a saúde dos cearenses.

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