Deputado Audic Mota visita Hospital Albert Sabin e critica crise na saúde

Em pronunciamento no Plenário 13 de maio o Deputado Audic Mota criticou a situação da saúde no Estado. O parlamentar citou a situação do Hospital Instituto José Frota (IJF), onde pacientes estão sendo atendidos no chão dos corredores, enfatizou mais uma vez a falta de estrutura de material do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), saúde no interior e a falta de administração do poder público para gerir o problema.

O líder do PMDB lamenta a maneira como são tratados os paciente e defende que a saúde deve ser debatido de forma apartidária, mas de uma forma que tenha atitude para resolver problema. “Governado por quem quer que seja, não justifica que o Ceará se conforme com isso, pois cenas são lamentáveis e tristes.”

Após a sessão os deputados do PMDB visitaram o Hospital Infantil Albert Sabin (HIAS), onde também constataram o atendimento sendo realizado nos corredores e a falta de estrutura básica necessária. Os peemedebistas foram recebidos pela direção do HIAS após enfrentarem dificuldades de acesso ao hospital. A diretora, Dra. Marfisa Portela, informou aos deputados que existe a escassez de recursos e que a lotação se dá por conta do fechamento de cerca de mil leitos pediátricos de hospitais públicos e particulares nos últimos dez anos. Causando o inchaço hoje.

“O hospital é referência no atendimento infantil, mas sem estrutura não tem como atender ao grande número de crianças. Para isso transfere para outros hospitais, o que não resolve o problema, apenas abre espaço para a chegada de mais casos.” Ressaltou a diretora.

Para Audic a situação chegou ao limite e a crise tem que ser tratada de forma urgente e ainda cobra a valorização do profissional da saúde para que exista o mínimo de recurso para realização do trabalho. “É importante salientar que deve ser feita a devida valorização do profissional desta área. Pacientes atendidos no chão é algo desumano.”

S.S. Araújo está com a filha de 12 anos sendo atendida no corredor do hospital. “Ficamos com nossa família exposta sendo atendidos em um corredor. Os médicos muitas vezes não tem estrutura e tem que atender aqui para não deixar na rua.”

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